TEMA 01 - ANTIGO REGIME
TEMA 02 - ILUMINISMO
TEMA 03 - REVOLUÇÃO FRANCESA
11) Faça as leituras das páginas 10, 11, 12, 18, 19, 20, 21, 22, 23
07) Escreva sobre o Antigo Regime no aspecto Social. (pág 10)
R = Diversas sociedades do Antigo Regime eram divididas por estamentos. Cada estamento,
também chamado ordem ou estado, agrupava pessoas de acordo com sua origem familiar e as funções sociais que elas desempenhavam. Nessa divisão havia pouca mobilidade social, ou seja, era muito difícil uma pessoa conseguir mudar de um estamento para outro. Basicamente, existiam três estamentos:
• primeiro estado - formado por membros do clero (cardeais, bispos, padres e frades),
cujas funções eram celebrar missas, realizar batizados e casamentos, e ensinar os
princípios da Igreja Católica para os fiéis;
• segundo estado - formado por membros da nobreza, que se dedicavam a atividades administrativas, políticas e militares. Além disso, eram proprietários de muitas terras e podiam desfrutar do luxo oferecido pelos reis em seus palácios;
• terceiro estado - formado por diferentes grupos sociais, como comerciantes, artesãos, agricultores e profissionais liberais. Por meio de seu trabalho e do pagamento de impostos, o terceiro estado sustentava os outros estamentos.
08) Atividade de corte:
A) Voltaire (página 21)
B) Montesquieu (pág. 20)
C) Russeou (pág 22)
10) Atividade de corte: O Antigo Regime.
11) O que é o Despotismo Esclarecido? (Pág. 10)
R= De modo geral, o termo déspota se refere a um governante autoritário e a palavra esclarecido remete a ideias iluministas. Assim, o despotismo esclarecido foi representado pelos monarcas e ministros absolutistas que colocaram em prática princípios do lluminismo, promovendo reformas sociais e econômicas em seus Estados durante a segunda metade do século XVIII.
Nada melhor que começar esse artigo com a definição do iluminismo por um dos mais importantes pensadores desse movimento, o filósofo alemão Immanuel Kant (1724 – 1804).
“O iluminismo representa a saída dos seres humanos de uma menoridade que estes mesmos se impuseram a si. (…) Sapere aude! [Ouse saber!] Tem coragem para fazer uso da tua própria razão!”
Nesse pequeno trecho é possível extrair um dos pontos mais marcantes desse período, a razão. O próprio nome do movimento nos remete a luz – não é à toa que esse período é conhecido como “Século das Luzes” -, que pretende se contrapor a herança medieval que ficou conhecida como “Idade das Trevas”, quando todo o conhecimento era subordinado à religião. Neste artigo, nós vamos te apresentar o que foi o Iluminismo, o contexto em que ele estava inserido, assim como mostrar suas ideias e o legado deixado para os dias de hoje.
O que foi o Iluminismo?
O Iluminismo se iniciou como um movimento cultural europeu do século XVII e XVIII que buscava gerar mudanças políticas, econômicas e sociais na sociedade da época. Para isso, os iluministas acreditavam na disseminação do conhecimento, como forma de enaltecer a razão em detrimento do pensamento religioso. Vale ressaltar que os iluministas não eram ateus, porém, eles acreditavam que o homem chegaria a Deus por meio da razão.
Grandes pensadores, de diversas áreas, fizeram parte dessa corrente com o intuito de acelerar o progresso da humanidade. O precursor do iluminismo René Descartes (1596 – 1650), considerado o pai do racionalismo, dissertou em sua obra “Discurso do Método”, que para se compreender o mundo, deve-se questionar tudo. Essa nova forma pensar se opunha ao raciocínio da época, já que naquele período histórico, os governos autoritários e a igreja católica não permitiam questionamentos.
O pensamento iluminista foi importante para o desenvolvimento da ciência e do humanismo – que pregava a centralidade e racionalidade humana. Várias obras foram desenvolvidas nesse período, e uma em especial sintetizava a ideia de disseminação do conhecimento pregada pelos iluministas: a Enciclopédia. A Enciclopédia, editada por Denis Diderot (1713 – 1784), continha milhares de artigos e ilustrações de diversos cientistas, filósofos e pesquisadores de campos de conhecimentos distintos. Essa obra teve 35 volumes e foi muito importante na exposição dos conhecimentos humanos em um formato ordenado e metódico, com o intuito de apresentar uma alternativa aos ensinamentos impostos pela religião.
Os iluministas também questionavam os poderes absolutistas dos governos, pregando assim maiores liberdades individuais e políticas. Na economia, não foi diferente, nesse período, as ideias desenvolvidas por Adam Smith (1723 – 1790) foram aceitas como uma forma de substituir o modelo mercantilista, pois os iluministas tinham uma crença em que esse novo meio econômico seria ideal para um maior progresso, liberdade e justiça social. Por fim, esse movimento também merece ser lembrado pelas consideráveis conquistas nos âmbitos sociais e nas liberdades individuais, pois a sua crença buscava uma maior igualdade entre as pessoas, pondo um fim nas sociedades estamentais – estrutura social em que não era permitido ascensão social e cada grupo tinha a sua função para a sociedade pré-determinada. Além disso, os ideais iluministas acabaram guiando diversas nações para o fim de governos absolutistas e para a busca da independência dos países que ainda estavam sob controle de uma nação estrangeira.
Qual o contexto do surgimento desse movimento?
Naquele período, a Igreja Católica era detentora do conhecimento e a sua forma de pensar era soberana. Não havia linhas de pensamento alternativas, pois o clero fazia questão de impor as suas doutrinas religiosas para todos os cidadãos. O domínio dos católicos na sociedade europeia foi herdado da Idade Média, período no qual a doutrina posta era teocêntrica. Entretanto, desde Galileu Galilei (1564 – 1642), considerado o “pai da ciência moderna”, que descobriu que a Terra não era o centro do universo, o conhecimento eclesiástico começou a perder o seu domínio. Nesse contexto, em que o pensamento científico vinha ganhando forma e seguidores após Galileu, o Iluminismo incorporou a ciência como um forte alicerce para os que defendiam uma maior racionalidade no desenvolvimento intelectual.
Ainda sobre religião, na época, não existia liberdade religiosa, assim os cidadãos eram induzidos a crer na religião única do Estado em que viviam. As outras formas de expressão de fé eram taxadas como “erradas”, por não seguirem os preceitos estabelecidos pela religião oficial. É, a partir desse cenário, contrariados pela restrição da liberdade religiosa, que os iluministas defenderam a livre escolha de crença pelos indivíduos, podendo até escolher não tê-la. Na política, o Absolutismo, que garantia poderes ilimitados aos seus governantes, foi um dos grandes alvos do movimento iluminista. Assim como o controle religioso, essa forma de governo também foi herdada da Idade Média, ela consistia em nobres governando e vivendo às custas da população, com a benção dos religiosos.
O povo acabava se subjugando a esse formato de governo, seja pelo medo ou pela crença religiosa, e ainda ficavam como responsável por pagar impostos e trabalhar para que os nobres e o clero aproveitassem os seus diversos privilégios. Os debates sobre essa forma de se governar foram se acentuando com o avanço do movimento Iluminista. Inclusive, foi um dos mais renomados intelectuais iluministas, Montesquieu (1689 – 1755), que através do seu livro “Espírito das Leis”, trouxe uma nova forma de pensar o governo. O autor sugeriu a tripartição do poder em legislativo, judiciário, e executivo, como forma de evitar abusos por parte das autoridades.
Na questão econômica, o modelo mercantilista trazia duas questões determinantes para o contexto daquele momento histórico:
1) O modelo econômico acabou enriquecendo a burguesia – formada por profissionais liberais e comerciantes -, que com o passar dos anos começaram a questionar a estrutura da sociedade da época;
2) O mercantilismo era um modelo econômico em que o Estado intervia demais, limitando assim a liberdade dos agentes econômicos em uma sociedade.
Além disso, nesse período surgia um novo economista, Adam Smith, pregando um modelo econômico mais livre e com uma capacidade de geração de riqueza muito maior do que era usado até então, o capitalismo.
E com base nesse contexto econômico apresentado, o movimento iluminista se caracterizou por ser contrário ao mercantilismo, pregando assim um sistema mais livre, racional e justo, na qual existia a possibilidade de ascensão social por parte dos cidadãos.
Por fim, vale lembrar que o conceito de propriedade privada não estava muito bem estabelecido na Idade Média e foi um ponto importante nos debates iluministas. Entretanto, não havia consenso entre os próprios intelectuais do movimento, pois John Locke (1632 – 1704) enfatizava o direito natural do homem a propriedade, ao passo que Rousseau (1712 – 1778) ia na direção oposta, na qual apontava a propriedade privada como a razão dos males da humanidade.
01 - Eixo Integrador da Área (FGB) / Ementa da Unidade Curricular (IFA):
Os processos de descolonização na África e na Ásia
O fim da Guerra Fria e o processo de globalização
As transformações nas relações políticas locais e globais
As pautas dos povos indígenas no século XXI
O fenômeno do terrorismo na contemporaneidade
As diversidades identitárias e seus significados históricos
02 - HABILIDADE A SEREM DESENVOLVIDAS
1. Interpretação e análise crítica
Ler e interpretar diferentes fontes históricas (textos, imagens, mapas, documentos, objetos).
Compreender que a história pode ter diferentes versões e perspectivas.
Questionar informações e identificar intencionalidades por trás dos registros históricos.
2. Noção de temporalidade e causalidade
Diferenciar passado, presente e futuro.
Compreender processos de mudança e permanência na história.
Relacionar causas e consequências dos acontecimentos históricos.
3. Uso de fontes históricas
Aprender a utilizar fontes primárias e secundárias na construção do conhecimento histórico.
Desenvolver autonomia na pesquisa e na busca por informações confiáveis.
4. Construção da identidade e diversidade cultural
Reconhecer a importância da cultura e da diversidade na formação da sociedade.
Valorizar a história e as contribuições de diferentes povos e grupos sociais.
5. Empatia histórica
Compreender os acontecimentos históricos dentro do seu próprio contexto.
Evitar julgamentos anacrônicos, ou seja, interpretar os eventos
passados com base nos valores da época, e não nos valores atuais.
6. Relacionar o passado com o presente
Identificar como eventos históricos influenciam a realidade atual.
Compreender a história como um processo em constante construção.
7. Compreensão da cidadania e dos direitos humanos
Entender o papel dos indivíduos e dos grupos na sociedade.
Refletir sobre justiça, democracia e participação social ao longo da história.
8. Habilidades de escrita e argumentação
Desenvolver a capacidade de relatar e explicar eventos históricos de forma coerente.
Produzir textos argumentativos baseados em evidências históricas.
03 - PLANO ANUAL OBJETOS DE
CONHECIMENTO:
04 - ESTRATÉGIAS PARA A INTEGRAÇÃO
Disponibilização de conteúdos para os alunos através de sistemas que permitam acompanhar devidamente o progresso dos estudantes e identificar quaisquer problemas ou dificuldades (vídeos no youtube; link de textos entre outros).
Atividades mais práticas, como estudos de caso, projetos, seminários, simulados ou outros tipos de iniciativas que entreguem ao aluno um papel mais centralizado no processo de aprendizagem.
Sala de aula invertida (troca de papel entre o aluno e professor), gamificação ou educação baseada em competências (Que permite nivelar melhor o aluno com base nas suas habilidades e autonomia) dando-lhe autoridade para pesquisas e busca de conhecimento.
O desenvolvimento metodológico das aulas buscará o diálogo entre os agentes da ação educativa, destacando a produção do conhecimento pelos alunos por meio de leitura, registro e composição tanto de imagens quanto de textos escritos nas aulas.
Diversos instrumentos e formas avaliativas serão utilizadas, individual e coletivamente. Assim, a avaliação ocorrerá no decorrer das aulas da unidade e levará em conta os conhecimentos prévios e a participação dos alunos nas discussões, a execução de atividades escritas, participação em projetos de ensino e outras formas de participação e/ou atividades.
Uso contínuo da plataforma Clickideia e o blog do presente professor:
https://fjhistoria.blogspot.com/
05 - AVALIAÇÃO CONTINUA
Aulas para correção de atividades e explicação de conteúdo. Postagens de textos e vídeos aulas e encaminhamentos de atividades por meio do aplicativo WhatsApp. Entrega de material impresso para os alunos como complemento do livro de didático.
Realização de pesquisas em
livros, revistas e outros recursos existentes na biblioteca da escola, bem como
a realização de tarefas expositivas de trabalhos desenvolvido pelos alunos de
outras temáticas relativas aos assuntos trabalhados.
Atividades
mais práticas, como estudos de caso, projetos, seminários, simulados ou
outros tipos de iniciativas que entreguem ao aluno um papel mais
centralizado no processo de aprendizagem.
Sala de aula invertida
(troca de papel entre o aluno e professor), gamificação ou educação
baseada em competências (Que permite nivelar melhor o aluno com base nas
suas habilidades e autonomia) dando-lhe autoridade para pesquisas e
busca de conhecimento.
Exposições de vídeos e filmes ligados aos temas com SLIDES e a realização de tarefas no Livro Didático.
Aulas expositivas e participativa por meio da leitura de textos, trabalho com tipologias diversas de fontes de pesquisas, exercícios escritos, pesquisa orientada em grupo e/ou individual, desenvolvimento de projetos interdisciplinares e discussão sobre os temas abordados.
Leituras das temáticas do
Livro Didático e o uso da plataforma Clickideia e o blog do presente professor:
https://fjhistoria.blogspot.com/